
ESPOROTRICOSE
Você já ouvir falar da Esporotricose?
É uma doença causada por um fungo que leva a uma micose na pele atingindo animais, principalmente o gato e, o ser humano, sendo considerada uma zoonose. Até a década de 1980, era conhecida como a “doença do jardineiro”, onde o homem adquiria através da manipulação de terra e jardins. Atualmente, os casos estão em crescimento acelerado pois, o gato se transformou na principal fonte de infecção.
Animais contraem a doença principalmente por meio de brigas com outros já doentes ou por contato com superfícies contaminadas como troncos de árvores, palhas e serragem, terra e adubo desconhecidos ou de terrenos baldios, espinhos de roseiras: O principal sintoma é o aparecimento de feridas ulceradas na pele e alguns casos, aumento do nariz (“Nariz de Palhaço“) com dificuldade de respirar, espirros, corrimento nasal com sangue.
Pessoas contraem a doença geralmente quando a pele é lesionada por um meio contaminado (solo, espinhos de plantas, farpas de madeira e/ou troncos, terra) ou por arranhões e mordeduras de um animal contaminado ou secreções vindas das feridas infectadas desses animais quando manipulada por pessoa que esteja com algum machucado na pele. As feridas aparecem no local do arranhão ou mordida como forma ulcerada e sem cicatrização formando também caminhos na pele em formato de nódulos que acabam estourando e liberando secreções. As : pessoas devem procurar uma unidade de saúde para que seu médico entre com o tratamento correto e, importante comunicar ao médico que o animal, que o feriu, tem a doença.
O diagnóstico no animal é feito pelo Médico Veterinário de forma clínica, ou devido a muitos casos na região onde reside ou, do local onde foi recolhido esse animal e por laboratório.
O tratamento é demorado, de alguns meses até um ano, deve ter acompanhamento Médico Veterinário, deve ser tratado com a medicação correta e sem interrupções para que haja a cura.
Importante: essa doença tem cura, não abandonar o tratamento, não abandonar: o animal pois, estará espalhando a doença e, o animal sem o tratamento, vai morrer na rua de forma cruel. Se o animal morrer, não jogá-lo ou enterrá-lo em terrenos baldios, isso favorece o crescimento desse fungo e contaminação do solo. Utilize o sistema de coleta do município que encaminhará o corpo para o destino correto. Limpe sempre o ambiente onde o animal fica, mantê-lo dentro da residência e não ter contato com animais sadios evitando que a doença se espalhe. Use luvas ao manipular seu animalzinho. Evite ter contato direto com as secreções das feridas do seu gato.
Prevenção: manter o animal dentro da residência, não deixa-lo na rua (saidinhas), manter animal castrado, utilizar caixas de areia sanitária evitando que o animal tenha contato com terra, serragem desconhecidas.
Manter a unha do animal sempre cortada para evitar acúmulo de sujeiras (terra, farpas de arvores, restos de lesões das brigas e suas secreções); não transportar terra de lugar desconhecido e nem usar em substituição a areia higiênica.
Agendamento para realização do exame:
Telefones: (11) 3356-9075 ou
Endereço: R. Igarapava, 239 – Vila Valparaíso, Santo André – SP, 09060-170
*Serviço 100% gratuito!
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