{"id":25776,"date":"2021-07-21T11:50:27","date_gmt":"2021-07-21T14:50:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.santoandre.sp.gov.br\/fip\/?page_id=25776"},"modified":"2023-07-13T12:01:44","modified_gmt":"2023-07-13T15:01:44","slug":"paranapiacaba-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www3.santoandre.sp.gov.br\/fip\/paranapiacaba-2\/","title":{"rendered":"A Vila"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\"><div id=\"pl-gb25776-69efa91f96667\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-gb25776-69efa91f96667-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-gb25776-69efa91f96667-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-gb25776-69efa91f96667-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_text panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"0\" >\t\t\t<div class=\"textwidget\"><\/div>\n\t\t<\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n<p>Paranapiacaba \u00e9 uma vila localizada no topo da Serra do Mar, no munic\u00edpio de Santo Andr\u00e9, a cerca de 30km do centro da cidade. Foi constru\u00edda pela S\u00e3o Paulo Railway para abrigar seus funcion\u00e1rios durante a concess\u00e3o da estrada de ferro Santos \u2013 Jundia\u00ed, iniciada em 1860.<\/p>\n\n\n\n<p>A Vila \u00e9 dividida em tr\u00eas espa\u00e7os definidos: Parte Alta ou Morro \u2013 lotes particulares que foram sendo ocupados por comerciantes, fam\u00edlias de ferrovi\u00e1rios e ferrovi\u00e1rios aposentados; P\u00e1tio Ferrovi\u00e1rio \u2013 formado pelo p\u00e1tio de manobras, esta\u00e7\u00e3o e galp\u00f5es ferrovi\u00e1rios; e, Parte Baixa \u2013 formada por dois complexos urbanos, a Vila Velha ou Varanda Velha e a Vila Martin Smith ou Vila Nova. A Parte Baixa era propriedade da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal e adquirida pela Prefeitura de Santo Andr\u00e9 em 2002.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-style-default\"><a href=\"https:\/\/www3.santoandre.sp.gov.br\/fip\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-07-23-at-11.32.17.jpeg\" data-rel=\"lightbox-gallery-oc02QUS1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"blob:https:\/\/www3.santoandre.sp.gov.br\/1b3ad0a7-eb6d-4892-a77d-06df5496887f\" alt=\"WhatsApp-Image-2021-07-23-at-11.32.17-1024x680.jpeg\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>O elemento de liga\u00e7\u00e3o destes tr\u00eas espa\u00e7os \u00e9 a passarela (ou ponte, de acordo com o costume local), que permite o tr\u00e2nsito de pedestres entre a Parte Alta e a Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Paranapiacaba e as Vilas Martin Smith e Vila Velha. Este pequeno vilarejo rodeado pela Mata Atl\u00e2ntica preserva grande acervo hist\u00f3rico cultural, arquitet\u00f4nico, industrial, tecnol\u00f3gico e ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>O patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e ambiental \u00e9 tombado pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico, Arquitet\u00f4nico e Tur\u00edstico do Estado de S\u00e3o Paulo), desde 1987; pelo IPHAN (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional) desde 2002; e pelo COMDEPHAAPASA (Conselho Municipal de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Art\u00edstico, Arquitet\u00f4nico-Urban\u00edstico e Paisag\u00edstico de Santo Andr\u00e9) desde 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>A Vila est\u00e1 na lista da UNESCO para ser reconhecida como Patrim\u00f4nio da Humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Caracter\u00edsticas geogr\u00e1ficas da Vila de Paranapiacaba:<\/strong><br><strong>Altitude: <\/strong>m\u00e9dia de 840 metros.<br><strong>\u00c1rea:<\/strong> 480.000 m\u00b2.<br><strong>Clima:<\/strong> sub-tropical \u00famido.<br><strong>Relevo: <\/strong>Serra do Mar, planalto paulista pr\u00f3ximo \u00e0 escarpa.<\/p>\n\n\n<p class=\"fonts-plugin-block \" style=\"font-size: 58px;line-height: 2.8;text-align: left\"><strong>Hist\u00f3ria da Vila<\/strong> <\/p>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">A hist\u00f3ria da Vila de Paranapiacaba est\u00e1 relacionada \u00e0 ferrovia e ao desenvolvimento econ\u00f4mico da Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo. Desde meados da primeira metade do s\u00e9culo 19, havia interesse na implanta\u00e7\u00e3o de um meio de transporte eficiente e que substitu\u00edsse as mulas e escravos no transporte de produtos da capital para o Porto de Santos. O surto a\u00e7ucareiro do in\u00edcio do s\u00e9culo 19 impulsionou as primeiras provid\u00eancias nesse sentido. Ap\u00f3s algumas concess\u00f5es iniciais que n\u00e3o se desenvolveram, em 1856 foi concedida autoriza\u00e7\u00e3o ao Marqu\u00eas de Monte Alegre, Conselheiro Jo\u00e3o Antonio Pimenta e Bar\u00e3o de Mau\u00e1 para buscar incorpora\u00e7\u00e3o de uma companhia no exterior que constru\u00edsse uma estrada de ferro entre Santos e Jundia\u00ed. A empresa S\u00e3o Paulo Railway Company foi organizada com capital ingl\u00eas e brasileiro e tecnologia inglesa. Em 15 de maio de 1860 foi fincada, em Santos, a pedra fundamental da estrada de ferro.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desse momento, a Vila de Paranapiacaba passou a figurar como um local de acampamento de trabalhadores que se dedicaram \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da ferrovia. A constru\u00e7\u00e3o do trecho da Serra foi penosa, devido ao clima, muito chuvoso, e ao solo e relevo, sujeito a desmoronamentos. O sistema utilizado ali denominava-se Sistema Funicular dos Planos Inclinados, e dividia o trecho da Serra em quatro patamares. Os vag\u00f5es subiam e desciam presos por um cabo de a\u00e7o a m\u00e1quinas fixas instaladas nesses patamares. A estrada de ferro foi inaugurada em 1867, momento em que Paranapiacaba j\u00e1 era constitu\u00edda de um pequeno p\u00e1tio de manobras, algum com\u00e9rcio na Parte Alta e de um acampamento na Vila Velha que, inicialmente provis\u00f3rio, formado por alguns alojamentos de arruamento irregular, foi sendo preservado para a manuten\u00e7\u00e3o da estrada e do pr\u00f3prio sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>O Morro ou Parte Alta foi se implantando desde 1862, concomitantemente \u00e0 Vila Velha. H\u00e1 registros de que desde 1880 havia um orat\u00f3rio na Parte Alta. A Igreja do Senhor Bom Jesus, ponto de refer\u00eancia dessa parte da Vila, teve sua pedra fundamental lan\u00e7ada em 3 de fevereiro de 1884. Ao longo dos anos foi se organizando ao seu redor um adensamento urbano de caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s do sul da Europa, com moradias em encosta de eleva\u00e7\u00e3o natural e maioria de ruas estreitas, fazendo frente para o P\u00e1tio Ferrovi\u00e1rio. Ali residiam moradores que necessariamente n\u00e3o estavam envolvidos com o trabalho ferrovi\u00e1rio, mas negociavam g\u00eaneros aliment\u00edcios provenientes de v\u00e1rias localidades, em especial Mogi das Cruzes.<\/p>\n\n\n\n<p>No final do s\u00e9culo 19, a estrada de ferro cumpria seu papel, transportando caf\u00e9 produzido no interior de S\u00e3o Paulo e exportado pelo Porto de Santos. Al\u00e9m disso, era crescente o fluxo de passageiros. Em 1874 o neg\u00f3cio j\u00e1 era rent\u00e1vel e o governo imperial iniciava press\u00e3o para que houvesse melhoramentos na linha, como a constru\u00e7\u00e3o de uma casa abrigo de locomotivas, aquisi\u00e7\u00e3o de mais locomotivas e vag\u00f5es e a constru\u00e7\u00e3o de uma esta\u00e7\u00e3o em Paranapiacaba \u2013 se esperava um certo tempo para descer at\u00e9 Santos, pois o trem que vinha de S\u00e3o Paulo, era subdividido em v\u00e1rios pequenos vag\u00f5es para descer at\u00e9 a Raiz da Serra, onde era reagrupado em um \u00fanico trem at\u00e9 Santos. Em 1895, devido ao grande fluxo de mercadorias e passageiros e \u00e0 inaptid\u00e3o da linha ferrovi\u00e1ria para tal expans\u00e3o, a S\u00e3o Paulo Railway se viu obrigada a duplicar a linha, criando a Serra Nova ou Novos Planos Inclinados do Alto da Serra. Em 1896 os desenhos foram aprovados e em 1901 foi inaugurada a nova linha, que permitiu a melhoria no transporte de carga e de passageiros. O sistema era semelhante ao anterior: Funicular, mas com algumas inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e a constru\u00e7\u00e3o de outros cinco patamares at\u00e9 o Alto da Serra.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a duplica\u00e7\u00e3o da linha e o aumento das atividades em Paranapiacaba, o antigo acampamento existente na Vila Velha tamb\u00e9m precisou ser ampliado. Inaugurou-se, em 1897, a Vila Martin Smith ou Vila Nova. Esta se caracterizava por um conjunto planejado de edifica\u00e7\u00f5es, com arruamento regular constitu\u00eddo por vias principais, secund\u00e1rias e vielas sanit\u00e1rias. O conjunto destacou-se por ser um projeto urbano com preocupa\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias e que respeitou as condi\u00e7\u00f5es topogr\u00e1ficas do local. Em um documento de 1896, da S\u00e3o Paulo Railway, esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 evidenciada: (&#8230;) estas habita\u00e7\u00f5es ser\u00e3o constru\u00eddas com as necess\u00e1rias acomoda\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas, dotadas de canaliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pot\u00e1vel e de esgotos e ser\u00e3o dispostas ao longo de ruas arborizadas, com alinhamentos regulares, formando um n\u00facleo de uma importante povoa\u00e7\u00e3o no futuro (&#8230;).<\/p>\n\n\n\n<p>O aspecto provis\u00f3rio da Vila Velha foi trocado por uma vila organizada que possu\u00eda local definido de com\u00e9rcio, \u00e1rea de lazer, defini\u00e7\u00e3o de tipologias de resid\u00eancias de acordo com a hierarquia da empresa: casa de solteiros, casas geminadas de duas, de quatro e de cinco casas, casas isoladas, oficinas, resid\u00eancia para o engenheiro chefe,&nbsp; para o engenheiro brasileiro etc. Esta era a Vila Martin Smith, com suas casas em madeira e telhas francesas ou de fibro-cimento. Ali moravam funcion\u00e1rios da S\u00e3o Paulo Railway que pagavam um aluguel simb\u00f3lico pela moradia. Aos poucos, as casas e galp\u00f5es da Vila Velha tamb\u00e9m foram sendo trocados, por resid\u00eancias semelhantes \u00e0s da Vila Martin Smith. Uma nova esta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi constru\u00edda e inaugurada em 1900.&nbsp; Era, de acordo com o jornalista Ernesto Somma, do \u201cJornal do Com\u00e9rcio\u201d de 30 de mar\u00e7o de 1900: (&#8230;) \u201cum vasto edif\u00edcio luxuoso, de requintado gosto art\u00edstico, elegante e constru\u00eddo em parte de madeira, toda envernizada. A sua colloca\u00e7\u00e3o e o estylo architetonico a torna um edif\u00edcio imponente, gracioso e pittoresco no meio daquela serra, cercada de altas montanhas de verde escuro, pujante na grandeza da natureza brazileira, deslumbrante pelo panorama cheio de sorprezas que desenrol\u00e3o-se os olhos dos visitantes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o de Paranapiacaba guardava um dos s\u00edmbolos da Vila: o rel\u00f3gio, que ainda hoje est\u00e1 na Esta\u00e7\u00e3o nova. De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o oral, o rel\u00f3gio marcava as diversas atividades da Vila: hora de in\u00edcio do turno, hor\u00e1rio dos trens, hor\u00e1rios de descanso etc. Mesmo quando a densa neblina n\u00e3o permitia visualizar o ambiente do entorno, o som das badaladas do rel\u00f3gio estava presente, marcando as horas do dia e da noite. Atualmente, ap\u00f3s anos sem trabalho, o rel\u00f3gio voltou a marcar os hor\u00e1rios em Paranapiacaba.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o fim da concess\u00e3o de 90 anos, a S\u00e3o Paulo Railway foi encampada pelo governo federal em 1946. A estrada de ferro n\u00e3o tinha mais o monop\u00f3lio do transporte a Santos. Na d\u00e9cada de 1920 foi inaugurada a estrada de rodagem Caminho do Mar e na d\u00e9cada de 1940 a Via Anchieta trouxe mais uma oportunidade para o meio de transporte que iria se impor a partir de ent\u00e3o: o transporte rodovi\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de algumas moderniza\u00e7\u00f5es efetuadas desde ent\u00e3o \u2013&nbsp; eletrifica\u00e7\u00e3o da linha em 1959 e a moderniza\u00e7\u00e3o do transporte de sub\u00farbio entre 1950 e 1970, com a troca total dos trens em madeira da antiga S\u00e3o Paulo Railway, por trens em a\u00e7o inoxid\u00e1vel \u2013 a ferrovia perdeu seu espa\u00e7o no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Paranapiacaba, por sua vez, tamb\u00e9m j\u00e1 n\u00e3o tinha mais a mesma utilidade. Em especial quando foi inaugurado o sistema de cremalheira-ader\u00eancia em 1974. Este foi instalado sobre o trajeto dos primeiros Planos Inclinados. As principais modifica\u00e7\u00f5es eram: simplifica\u00e7\u00e3o do p\u00e1tio de manobras, transporte de volume bem maior de carga de uma s\u00f3 vez e maior seguran\u00e7a nas viagens. Durante algum tempo os dois sistemas funcionaram conjuntamente, mas na d\u00e9cada de 1980 o Sistema Funicular da Serra Nova foi desativado. Com seu fim, acabaram-se as viagens de passageiros para Santos. Houve uma breve retomada no in\u00edcio dos anos 1990, mas atualmente a \u00fanica linha em funcionamento \u2013 cremalheira-ader\u00eancia \u2013 \u00e9 apenas utilizada para transporte de carga.<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa situa\u00e7\u00e3o a vila de Paranapiacaba perdeu seu ponto de apoio na sociedade. Ela n\u00e3o servia mais para aquilo que tinha sido criada: o sistema ferrovi\u00e1rio. A Vila Martin Smith e Vila Velha estavam sendo desocupadas. O sistema automatizado n\u00e3o necessitava de um grande n\u00famero de ferrovi\u00e1rios na Vila. Esta \u00e1rea, de propriedade da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal, exigia uma cara manuten\u00e7\u00e3o frente a moradias vazias ou pouco habitadas. Adicionalmente, os equipamentos ferrovi\u00e1rios foram sendo retirados ou abandonados. Enfim, a Vila come\u00e7ou a sofrer um paulatino abandono.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns movimentos de ex-funcion\u00e1rios, arquitetos, moradores do Morro, funcion\u00e1rios p\u00fablicos e interessados no patrim\u00f4nio cultural criaram movimentos de salvaguarda de Paranapiacaba. O mais intenso e que culminou no tombamento da Vila em 1987 foi o Movimento Pr\u00f3-Paranapiacaba. A Vila foi tombada pela Resolu\u00e7\u00e3o n.\u00ba 37 do Condephaat, de 30 de setembro de 1987, que a caracteriza como bem cultural de interesse hist\u00f3rico, arquitet\u00f4nico-urban\u00edstico, ambiental e tecnol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>As vilas Martin Smith e Varanda Velha (Parte Baixa) foram compradas pela Prefeitura de Santo Andr\u00e9 em 21 de janeiro de 2002.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte: Museu de Santo Andr\u00e9 Dr. Octaviano Armando Gaiarsa.<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paranapiacaba \u00e9 uma vila localizada no topo da Serra do Mar, no munic\u00edpio de Santo Andr\u00e9, a cerca de 30km do centro da cidade. Foi constru\u00edda pela S\u00e3o Paulo Railway para abrigar seus funcion\u00e1rios durante a concess\u00e3o da estrada de ferro Santos \u2013 Jundia\u00ed, iniciada em 1860. 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